
Um dos grandes destaques da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o atacante Matheus Cunha vem conquistando a torcida com suas atuações decisivas e se consolidando como uma das principais peças do técnico Carlo Ancelotti. Mas, além do sucesso nos gramados internacionais, o jogador carrega uma forte relação afetiva com a cidade de Baía Formosa, no litoral sul do Rio Grande do Norte.
Natural de João Pessoa, na Paraíba, Matheus Cunha costuma passar férias em Baía Formosa e já declarou publicamente o carinho que sente pela cidade potiguar. Em entrevista concedida antes da Copa do Mundo, o atacante afirmou que o município é um dos lugares onde mais se sente em casa, destacando o acolhimento dos moradores e suas raízes nordestinas.
A identificação com Baía Formosa vai além das palavras. Em 2023, o jogador realizou uma ação solidária no município, distribuindo cestas básicas para famílias da cidade. A iniciativa ganhou repercussão nacional e foi vista como uma forma de retribuir o carinho recebido da população local ao longo dos anos. Matheus também revelou que passou parte da infância na região, fortalecendo ainda mais seus laços com o município.
Durante a preparação para a Copa do Mundo, o atacante chegou a prometer a instalação de um telão em Baía Formosa para que os moradores pudessem acompanhar os jogos da Seleção Brasileira. A declaração reforçou a conexão do atleta com a cidade e emocionou os torcedores potiguares.
Dentro de campo, Matheus Cunha vive um dos melhores momentos de sua carreira. Com velocidade, movimentação e capacidade de decisão, o atacante tem sido fundamental para o desempenho da Seleção Brasileira na busca pelo hexacampeonato mundial. Fora das quatro linhas, segue sendo exemplo de humildade e valorização de suas origens.
Para os moradores de Baía Formosa, terra também do campeão olímpico e mundial de surfe Ítalo Ferreira, o sucesso de Matheus Cunha é motivo de orgulho e inspiração. A cidade acompanha cada partida do camisa amarelo como se estivesse torcendo por um filho da terra, celebrando a trajetória de um atleta que nunca esqueceu suas raízes nordestinas.
Portal Macauense – 19 anos