
Crimes aconteceram entre o dia 10 e 22 de setembro. Polícia informou que investiga se os crimes foram cometidos pelo mesmo grupo e também se existe uma ligação entre as vítimas.
A Polícia Civil investiga se três homicídios ocorridos neste mês de setembro envolvendo o uso de granadas em Assú, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, têm ligação entre eles. Nos três casos, foram encontradas granadas próximas aos corpos.
Até esta quinta-feira (24), ninguém havia sido preso pelos crimes. Os crimes aconteceram entre o dia 10 e 22 de setembro (veja mais abaixo).
Segundo os investigadores, a presença de explosivos nos homicídios pode ser uma característica da atuação de uma facção criminosa que age na cidade.
A polícia informou que investiga se os crimes foram cometidos pelo mesmo grupo e também se existe uma ligação entre as vítimas. A motivação dos assassinatos também era desconhecida.
Os crimes
Veja, abaixo, os crimes que são investigados:
- Darlan Gladson Nascimento Silva
O crime mais recente aconteceu na terça-feira (22). Darlan Gladson Nascimento Silva, de 40 anos, foi morto com vários disparos de arma de fogo. Durante a perícia no local, os policiais encontraram uma granada de fragmentação perto do corpo.
O Batalhão de Operação Especiais da Polícia Militar (Bope) foi chamado, e o esquadrão de bombas fez a neutralização e a remoção da granada.
- Francisco Ray Martins do Nascimento
No dia 11 de setembro, Francisco Ray Martins do Nascimento, de 21 anos, foi morto a tiros após um ataque a tiros. Ele foi encontrado morto pelos policiais nos fundos de uma casa na rua Professor João Jacinto. Ao redor do corpo de Francisco, a polícia encontrou estilhaços de um explosivo. Outras três pessoas ficaram feridas no ataque.
- Rafael Dantas da Silva
No dia 10 de setembro, Rafael Dantas da Silva foi morto a tiros dentro de um apartamento. Segundo a polícia, dois homens entraram no imóvel, onde Rafael estava com a companheira – ela não foi alvo dos criminosos.
Duas granadas foram encontradas no local. Uma delas explodiu e atingiu o braço da vítima. A outra permaneceu intacta. A parte do artefato que explodiu foi recolhida pela Polícia Científica.
Com Informações do G1